Vejo
estátuas que parecem gente
E
gente que...
Vejo
um mundo gigante
E
pessoas doentes
Vejo
árvores e prédios – Um contraste em movimento
Vejo
carros e asfaltos
Mármores
e concretos – nada discretos
Vejo
cérebros programando a cidade que parece inerte
Ninguém
se mexe, ninguém percebe
Vejo
casebres
Pontos
de partida e desembarque
Vejo
semáforos
Escuto
o mundo ecoando: PARE!
Enxergo
belezas que ninguém ve
E
conto mentira que ninguém sabe
Falo
as verdades que me convém
E,
no fundo acho que sou o projeto dum sonho programado.
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