Carlos Drummond de Andrade

"Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar"
(Carlos Drummond de Andrade)

sábado, 13 de julho de 2013

Perdida no mar da loucura



Não paro de pensar em você
O seu olhar me deixa perdida
Quando te toco não posso te ter
Você me ver como uma amiga
É triste acordar e não te ver
Não te ter é o meu maior castigo
Sinto muito não lhe atender
Não sei o que acontece comigo

Palavras são erros certos
São sentimentos que me levam a te querer
Palavras são como balas que atiro contra você
E sorrindo me desarma
Diz que me ama, leva-me pra cama e depois disfarça
Finge que nada aconteceu
O que é que estar fazendo comigo?
O que é que estou sentindo?
Quero um remédio pra te esquecer.
(24/08/2011)

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