Carlos Drummond de Andrade

"Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar"
(Carlos Drummond de Andrade)

sábado, 13 de julho de 2013

Sou metade poesia



Vejo poesia em tudo que faço
Sinto poesia em tudo que sinto
E tudo que sinto é santo

Tudo que sinto é quente
Desde o sol que me aquece
Até o cobertor que me atende

Tudo que me toca samba
Garotos, poesia e dança
Tudo que me toca, toca
Tudo que me abala canta

(22/01/2011)



Tenho a impressão de que o homem tem um pé no céu outro no inferno
Infernal mesmo é não saber quem somos ao certo
Donde viemos, para que viemos, para aonde vamos?
Com esse boomerangue
Envelhecemos, morremos, renascemos...
Renascemos, vivemos, envelhecemos, morremos...
É. Viver é uma explosão de antítese

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